Em 3 dias imersivos, saia mais preparado para estruturar, atualizar e fortalecer o Programa de Integridade do seu órgão com mais clareza, mais segurança técnica e mais capacidade de transformar diretrizes e normas em prática institucional efetiva.
Em 3 dias imersivos, saia preparado para estruturar, atualizar e fortalecer o Programa de Integridade do seu órgão com mais clareza, segurança técnica e capacidade de transformar diretrizes e normas em prática
Para quem precisa fortalecer a agenda de integridade com mais rapidez
Mais profundidade para tratar temas sensíveis com aplicação prática
Para transformar exigência normativa em prática institucional efetiva
Aprenda com quem já enfrentou na prática os desafios da integridade
Ideal para profissionais e equipes responsáveis por estruturar, implementar, monitorar e fortalecer a agenda de integridade no órgão
O DILEMA ESTRUTURAL
A pressão hoje é por efetividade: não basta ter plano, norma, diretriz ou comissão formalmente instituída.
Quando a agenda de integridade é frágil, reativa ou mal estruturada, o risco não fica só no processo: ele alcança o órgão, a equipe e quem sustenta essa pauta no dia a dia.
E o problema não é falta de esforço. É falta de método para transformar exigências normativas, temas sensíveis e responsabilidades institucionais em prática real.
Em 3 dias imersivos, você aprofunda os caminhos para estruturar, fortalecer e tornar a agenda de integridade mais aplicável, mais consistente e mais defensável dentro do órgão.
Módulo 1 — Dia 1/6 | Manhã | Pacelli
Conceitos de Integridade
Módulo 4 — Dia 2/6 | Tarde | Mariana
Disciplina: “Políticas de Equidade”
Módulo 2 — Dia 1/6 | Pacelli |
Programa de Integridade: do plano ao monitoramento
Módulo 3 — Dia 2/6 | Manhã | Mariana
Disciplina: “Integridade relacional no ambiente de trabalho: atualização normativa e prevenção”
Módulo 5 — Dia 3/6 | Manhã | Francisco
Instâncias de Integridade
Módulo 6 — Dia 3/6 | Tarde | Francisco
Gestão de Riscos em Integridade
• A PRESSÃO JÁ EXISTE •
Porque a fragilidade dessa agenda só fica invisível até o problema surgir.
Quanto mais o órgão adia essa estrutura, maior o risco de falha, improviso e exposição.
Vai ser mais difícil para quem continua no improviso.
E uma oportunidade para quem quer mais método e segurança.
Não é mais um curso. É preparo para prevenir, responder e sustentar essa agenda.
Se pretende participar pelo órgão, começar agora ajuda.
O que torna esse momento crítico:
Aprenda com um time que combina atuação prática, referência nacional e experiência internacional em compliance, integridade e boa governança no setor público.Os três professores integraram o projeto “Integridade nos Estados Brasileiros”, da Transparência Internacional, e participaram de um fellowship em Boa Governança na Dinamarca, com contato direto com um dos modelos mais reconhecidos do mundo em integridade pública e prevenção à corrupção.
GIOVANNI PACELLI
MARIANA COVRE
FRANCISCO NETTO
Auditor Federal da CGU, já tendo ocupado diversos cargos na CGU e em outros órgãos, dentre eles, ouvidor, secretário de governança e integridade e corregedor. Doutor em Ciências Contábeis pela UnB, é autor de seis livros, incluindo a obra Compliance e Integridade no Setor Público e Privado, 3ª edição, 2026. Atuou na equipe responsável pela criação do Modelo de Maturidade de Integridade Pública da CGU, premiado em 2025.
Advogada consultiva em ESG, Governança Social e Compliance de Gênero, Mariana Covre atua com integridade institucional e políticas de equidade. É coautora do “Guia ESG Público”, colunista do Movimento Mulher 360 e docente em programas de pós, MBA e LLM. Foi Coordenadora do Comitê ESG Público da Rede Governança Brasil e colaboradora do CNMP em seu primeiro Programa de Integridade.
Francisco Netto é autor pela Editora Juspodivm, doutorando em Direito, mestre em Administração, economista e matemático. Ex-vice-presidente do Conaci, foi Controlador-Geral do Estado de Rondônia por mais de 7 anos, como responsável máximo pelo controle interno estadual. É auditor fiscal da SEFIN-RO, ex-assessor do Ministério Público de Contas e ex-auditor de controle externo do TCE-RO. É referência nacional em controles internos, responsabilização e integridade pública.
• HORA DE GARANTIR SUA VAGA
Inicie o processo o quanto antes para obter o empenho a tempo
Inclui:
• FAQ
Esta imersão é voltada para profissionais e equipes responsáveis por elaborar, atualizar, implementar, monitorar e sustentar o Programa de Integridade do órgão. Na prática, isso inclui especialmente áreas de integridade, governança, compliance público, gestão de riscos, controle interno, ouvidoria, corregedoria, comissão de ética, auditoria interna, RH e jurídico.
Ao longo da imersão, você vai aprofundar temas centrais para fortalecer a agenda de integridade no órgão, como Programa de Integridade, maturidade, monitoramento, gestão de riscos, canais de denúncia, assédio e discriminação, conflitos de interesse, instâncias de integridade, governança, equidade e efetividade institucional. O foco é ajudar você a sair com mais clareza, mais estrutura e mais preparo para lidar com os desafios reais dessa agenda.
As duas opções fazem sentido. A imersão pode ser aproveitada tanto por uma única pessoa responsável pela agenda quanto por equipes do órgão. Em muitos casos, o ideal é que participem os profissionais que sustentam essa pauta em conjunto, porque a efetividade do Programa de Integridade depende de articulação entre áreas e não apenas de atuação individual.
As duas formas são possíveis. Você pode participar individualmente, por CPF, ou solicitar a contratação pelo seu órgão. Essa flexibilidade existe justamente para facilitar o acesso tanto de profissionais que desejam garantir sua vaga diretamente quanto de órgãos que preferem formalizar a participação institucionalmente.
Se a participação for feita pelo órgão, nossa equipe comercial orienta o processo de contratação e fornece as informações necessárias para viabilizar a formalização. O ideal é iniciar esse processo o quanto antes, porque os trâmites internos costumam levar mais tempo e isso ajuda a garantir a vaga com mais segurança.
Sim. A imersão foi pensada para dialogar com a realidade da administração pública em diferentes esferas e ganha ainda mais relevância diante dos referenciais atuais de integridade. No âmbito do Poder Executivo Federal, o conteúdo conversa diretamente com o Modelo de Maturidade em Integridade Pública (MMIP), instrumento adotado pela CGU para apoiar o aprimoramento das estruturas, processos e procedimentos de integridade nos órgãos e entidades da administração pública federal. Já no contexto dos Estados e Municípios, a formação também se mostra altamente aderente, especialmente diante da Resolução CNMP nº 305/2025, que incentiva a implantação de Programas de Integridade perante os órgãos da administração pública como medida preventiva em prol da probidade administrativa. Assim, a imersão oferece conteúdo útil e aplicável para profissionais que atuam na União, nos Estados e nos Municípios.
A imersão tem aderência especialmente para quem atua em integridade, governança, compliance público, gestão de riscos, controle interno, ouvidoria, corregedoria, comissão de ética, auditoria interna, RH, jurídico e áreas correlatas. Também faz sentido para lideranças e profissionais que participam da implementação, sustentação ou fortalecimento da agenda de integridade no órgão.
A Imersão em Integridade Pública será realizada presencialmente em São Paulo, de 1 a 3 de junho. A proposta do formato presencial é proporcionar mais profundidade, mais proximidade com os professores e mais troca qualificada entre os participantes ao longo dos três dias.
A imersão foi desenhada com foco em aplicação prática. O objetivo não é apenas discutir conceitos, mas ajudar você a compreender como estruturar, fortalecer e tornar mais efetiva a agenda de integridade no órgão. Por isso, o conteúdo aborda temas sensíveis e recorrentes da rotina institucional com foco em implementação, prevenção, resposta, governança e efetividade.
Porque o tema da integridade pública está em plena aceleração normativa e institucional, e adiar a estruturação dessa agenda pode ampliar riscos de improviso, fragilidade preventiva, respostas insuficientes e exposição desnecessária do órgão. No Executivo Federal, o avanço do MMIP reforça a necessidade de amadurecimento prático das estruturas de integridade. Ao mesmo tempo, a Resolução CNMP nº 305/2025 fortalece, no ambiente federativo, o incentivo à implantação de Programas de Integridade perante os órgãos da administração pública. Nesse cenário, a imersão foi criada para apoiar órgãos e profissionais que precisam fortalecer essa agenda com mais rapidez, mais método e mais segurança, transformando exigências e diretrizes em capacidade institucional concreta.
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